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segunda-feira, janeiro 31, 2005  

Últimas...

- Monges do mosteiro dizem para pararmos de ser (cabeçudos) 'pobres em espírito' em pleno século XXI, em explicação ao meio da celebração litúrgica e citando o mal uso das orações, quando *apenas lidas e pronunciadas*, além de alguns apontamentos inovadores às possibilidades ("...receita de bolo não existe...") e o alerta a aparentes inutilidades / importância indevida ao que não importa.

- Funcionários de escolas seguem as regras, além das próprias regras, deixando de lado o lado humano "e" racional.

- Assisti ao filme O Terminal.

- Ainda não descobri qual é o nome do remix que procuro da música do post anterior.

- Descobri por que Pablo R. Picasso era um gênio; que o super-Ego-bonder faz parte da organização na arte cubista, e que então na verdade se trata de 'mais uma ferramenta'.

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Vale incluir também aqui nas 'últimas' que também foi citado pelos monges a nossa consciência de "Julgamento". Que recebemos um 10 quando nascemos perfeitamente saudáveis, que recebemos um 10 ao sermos bons alunos até o término da escola, e que 10 anos mais tarde precisamos saber nos avaliar qual nota realmente merecemos.

(Eu adoro esses caras! Master Cooperadores... Felizes de nós quando certos fiéis aprenderem a OUVIR ao invés de falar; REFLETIR ao invés de julgar; MEDITAR ao invés de causar problemas.)


 
 
quarta-feira, janeiro 26, 2005  

Buscando...

Voltando hoje do hospital estava tocando essa música no rádio do carro.... não sabia nem o nome nem o artista, fiz a pesquisa 'infalível', digitei uma frase da letra e acrescentei "lyrics" na pesquisa do Google. Encontrei isso aqui:

"Best Friend" - Brandy

Verse:
Whenever I'm down I call on you my friend
A helping hand you lend in my time of need
So I'm calling you now just to make it through
What else can I do won't you hear my plea
Friends may come and friends may go but you should know that
That I've got your back it's automatic
So never hesitate to call
Cos I'm your sista and always for ya and

Chorus:
I don't know what I ever do without you from the beginning 'til the end
You've always been here right beside me so I call you my best friend
Through the good times and the bad ones whether I lose or if I win
I know one thing that never changes and that's you as my best friend

Verse:
Whenever I'm down and all that's going on is really going on
Just one of those days to ya you said the right things
To keep me moving on to keep me going strong
What else can I say
Friends are there through thick and thin but I've been told that
And I believe in it's automatic so call me when you need a friend
Cos I'm your sista and always for ya and I don't what

Chorous:
I don't know what I ever do without you from the beginning 'til the end
You've always been here right beside me so I call you my best friend
Through the good times and the bad ones whether I lose or if I win
I know one thing that never changes and that's you as my best friend

I don't know (i don't know) what I'd ever do without you (from the beginning) 'til the end (Chillin)
You've always been here right beside me so I call you my best friend
Through the good times and the bad(good times and bad ones) ones whether I lose or if I win
I know one thing that never changes and that's you as my best friend

Verse:
Buddy
I can always call on my bestfriend
I'm lettin go, I'm lettin go (don't know what I'd )
Buddy
I can always call on my bestfriend
I'll be there for you when you're going through
times that you may think that you need a friend
You can count on me call me when you need
Won't you call me up cos I

Chorous:
I don't know what I ever do without you (don't you know)from the beginning 'til the end
You've always been here right beside me so I call you my best friend(that your my best friend)
Through the good times and the bad ones whether I lose or if I win
I know one thing that never changes and that's you as my best friend

I don't know what I ever do without you(don't know what I'd do) from the beginning 'til the end
You've always been here right beside me so I call you my best friend
Through the good times and the bad ones (through the good and bad ones) whether I lose or if I win
I know one thing that never changes and that's you as my best friend


Consegui o MP3 da mesma música da letra acima, mas não é esse o remix que rola nas rádios... Se alguém aí souber qual é a versão que rola e puder ajudar, eu agradeço!
(eu até curti mais essa letra aqui, mais completa, mas queria também aquela versão)


 
 
terça-feira, janeiro 25, 2005  

-sei di nada-

Long live the king, Conker! =)

Acabei de assistir aos filmes SWAT (devolução antes das 22h na locadorazinha perto de casa) e na seqüência o FAHRENHEIT 9/11 (..antes da meia noite, na Blockbuster mais próxima)... Muitas cenas de traição, indução a créditos ao que não existe como ferramenta e tática de guerra (para a então Criação de ferramentas secundárias), dentre outras omissões protetoras de fortes conspirações...
(SWAT: mais um pra lista dos 'sessão da tarde')

E assim também retornam as velhas *coisinhas* de minha velha cidade natal... Pessoas em que mais cheguei a confiar, omitem fatos para que não (com medo de que) se propague o efeito colateral desconhecido de uma brecha de Verdade à mostra. Sim, porque pouco importa o que outros pensam quando a merda já está feita... Do que foi feito, só é válido o reflexo; omicídio ou suicídio, o importante é que a pessoa está morta e p(r)onto, é desta forma que o público quer absorver, é assim que preferem acreditar. Sem espaço à fantasia, sem possibilidade de ibope; sem moda, sem fofoca. "Racionalidade prá quê? Temos a imaginação! Fica mais bonitinho assim." Obviamente a consciência não assume, mas é isso. Mais um loop infinito, quando raízes extremas (absurdamente contrárias) são coladas à força com a cola super-Ego-bonder -- talvez a mesma cola dos "zumbis" (para o 'único Eu'). Encontrei mais explicações para alguns fenômenos batizados de "loucura".

Pergunto-me onde estou querendo chegar, sem tempo a perder e em relação ao descrito acima, digo que sei di nada. Comparo meus relatos a mim mesmo, há vários meses. Vejo que tive os mesmos criticados traços. Não vale a pena ser mais um integrante do exército dos super egos. Existe algo que está me abrindo os olhos, e, aah sim, eu sei o que é, ainda bem!

Pouco me importa.
Pouco me importa o quê? Não sei: pouco me importa.
Alberto Caeiro, 24-10-1917


 
 
domingo, janeiro 23, 2005  

*mud behavior*

Atrasado pra fazer minhas coisas, não podia deixar essa aqui escapar...

Segundo dia de sessão de tratamento de lama, um pózinho que minha mãe comprou por indicação de suas coelgas do bairro misturado com água. Durmo ouvindo o antigo cd Cassius 1999, acordo com o rosto todo duro, me olho no espelho vejo um misto de mim e O Incrível Hulk! Corro para o escritório para dar um susto em minha irmã, que está à frente do computador conversando com seus amigos. Não consigo dizer uma palavra, a cutuco e faço barulhos de murmuros.. "huummm... huuuummmmmmmmm" Ela vira para me olhar e a cara dela está mais engraçada do que a minha. Não posso rir! "fff f ff f ff f f" O rosto está todo duro, se forçar demais sujo todo o chão. E ela ainda murmura "num mm obrugu hó ulhor pro tuo córo..!! Ffff f fff ff f fff f" Não posso fazê-la rir também se não suja todo o meu teclado que acabo de limpar...

huhUhAUhauhauhaah #%#$¨%%¨#$ xa eu terminar minhas coisas,
amanhã voltarei com todas as forças à minha vidanormal

(Obs.: Fiquei pior que essa fotinho que coloquei aí em cima.)


 
 
quarta-feira, janeiro 19, 2005  

Piração sem hora, Ins

Feliz da vida, prestes a iniciar bases de novos planejamentos, estive pensando sobre a estagnação existente na vida de pessoas mais velhas (tendo em média 30 anos de diferença das presentes idades) através de créditos ao que não existe.
Seria uma mera ofuscação causada por grandes e fortes muralhas levantadas no decorrer dos anos, conforme uma visão de meu amigo pothead em fevereiro de 2004 enquanto discutiamos este meu post no flog.net? Ou uma desnecessária falta de cooperação por preguiça de por em prática o mecanismo de compreensão? Ou culpa de nossos avós? "Doença do Tempo"? Tendo a consciência de hoje corremos o risco de cometermos os mesmos erros deles? - caso seja parte de um enorme karma familiar dividido entre todos nossos entes familiares, poderíamos (devemos) encerrar a palhaçada por aqui mesmo. Nada de transmitir também a nossos descendentes.

Tá, para tudo isso não passar reto e sem a noção de sua importância, nos aprofundamos um pouquinho mais. Assim tentarei expor o quase genérico exemplo...


Não consigo imaginar qual seria a base de raciocínio de alguém planejar seus dias de um futuro próximo, sendo fundamental o envolvimento de terceiras pessoas (sem antes consultá-las) como sendo o único caminho viável, a única alternativa possível e provável (!) com toda a certeza de que tudo sairá como o planejado. Tudo bem que a pessoa até tenta se comunicar com as outras futuras necessariamente envolvidas, mas NÃO CONSEGUE por qualquer razão que seja.

Ouvi dizer que tais pessoas por terem mais idade, obrigatoriamente possuem também a tal 'maior experiência de vida', porém não é o que aparenta acontecer. São apenas permitidas as possibilidades de sucesso. Todos os fracassos são desconsiderados, e quando acontece uma dessas possibilidade e eles ficam nervosos, nervos deformam seus rostos, ficam vermelhos de raiva, e independente de qual for a sua livre-escolha/verdadeira-desculpa, estando dentro das desconsideradas possibilidades de fracasso, a situação é tornada contra você. Sim, porque é você o culpado daquele plano infantil nada genioso requerer inesperados, e inúmeros, planos B. Ofuscação do previsível caos considerado inexistente.

Mais do que isso, lhe pede um favor inviável e sente-se como se você fosse uma pessoa desprezível, ingrata, miserável. Coisas que não existem. O pior intensificador de explosão de nervos é a ilusão do imediato pensamento "é dando que se recebe". Quer dar um presente material, esperando recompensa também material (e em curto prazo!). Joga a culpa de seu ego se esfolar no gelo áspero em seu Próximo (sendo esta a alternativa mais simples, aliviadora e fácil), enquanto induz uma perda de memória recente para não enxergar que foi ele próprio quem deu o fatal escorregão. (Uma possível interpretação do filme "Amnésia" (EUA/2001), e sem querer, olha só....)

Vejo que o desrespeito à nossa liberdade de escolha, e do melhor para o futuro de todos (embora tais pessoas não consigam enxergar por falta de treino de visão a longo prazo) é um erro fatal ao nosso desenvolvimento e progresso. A pessoa que causa os problemas e ainda quer interferir em nossas vidas inventando novos problemas para que estagnemos juntos? Peraí, sem bom senso somado ainda ao desrespeito a mortos, a vida não funciona assim. Existem outras saídas, sempre existiram, sempre existirão.

Este buraco cavado não tem uma mínima participação/autoria minha (e pelo contrário, ainda procuro tirá-los do buraco). Forçar a barra insistindo situações não-naturais (forçadas, obrigadas, impostas, sem valor espiritual) com suas histórias deselegantes como se nossos ouvidos fossem pinicos, enquanto quando queremos contar alguma história nossa que julgamos importantes, de nada importa caso não lhe encaixe em seus interesses pessoais. Desrespeito para com todos ao redor, eis o verdadeiro desprezo.

Quando ajudamos, a ajuda presta quando sendo de coração. Livre de necessidades egoístas de retorno. Ajuda pressionada e com desgosto não presta pra nada, pelo menos para mim. Estou fora deste grupo felizmente, e/ou infelizmente, para essas tais "gente de experiência" interesseiras-e-manipuladoras-com-lasers. Corta essa, karma miserável não tem espaço aqui não.

 

Online novamente

Pois é, voltei. Ainda estou estranhando o teclado, é estranho escrever tudo direitinho, sendo isso naturalmente. Quase 30 dias sem computador e já faz essa baita diferença. Tinha um monte de coisa pra escrever pra variar, e pra variar, esqueci, e, variando, vou escrevendo conforme for lembrando. Isso aqui é muito estranho, escrever rápido até escrevo, mas meio que como se o passado tivesse mais distante, porém com a mesma facilidade inesquecível. Readaptação psicológica demorada, mas com a mente preparada para uma nova vida.
Vida nova. Renovada e perfeita. Estamos aqui, agora, e eternamente. Palavras embaralhadas em um contexto único, pronto.
PQP! :D

 
ahip corps © 2005